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Machado de Assis






Joaquim Maria Machado de Assis, cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta, nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839. Filho de um operário mestiço de negro e português, Francisco José de Assis, e de D. Maria Leopoldina Machado de Assis, aquele que viria a tornar-se o maior escritor do país e um mestre da língua, perde a mãe muito cedo e é criado pela madrasta, Maria Inês, também mulata, que se dedica ao menino e o matricula na escola pública, única que freqüentará o autodidata Machado de Assis.

De saúde frágil, epilético, gago, sabe-se pouco de sua infância e início da juventude. Criado no morro do Livramento, consta que ajudava a missa na igreja da Lampadosa. Com a morte do pai, em 1851, Maria Inês, à época morando em São Cristóvão, emprega-se como doceira num colégio do bairro, e Machadinho, como era chamado, torna-se vendedor de doces. No colégio tem contato com professores e alunos e é até provável que assistisse às aulas nas ocasiões em que não estava trabalhando.

Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender.  Consta que, em São Cristóvão, conheceu uma senhora francesa, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de Francês. Contava, também, com a proteção da madrinha D. Maria José de Mendonça Barroso, viúva do Brigadeiro e Senador do Império Bento Barroso Pereira, proprietária da Quinta do Livramento, onde foram agregados seus pais.

Aos 16 anos, publica em 12-01-1855 seu primeiro trabalho literário, o poema "Ela", na revista Marmota Fluminense, de Francisco de Paula Brito. A Livraria Paula Brito acolhia novos talentos da época, tendo publicado o citado poema e feito de Machado de Assis seu colaborador efetivo.

Com 17 anos, consegue emprego como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional, e começa a escrever durante o tempo livre.  Conhece o então diretor do órgão, Manuel Antônio de Almeida, autor de Memórias de um sargento de milícias, que se torna seu protetor.

Em 1858 volta à Livraria Paula Brito, como revisor e colaborador da Marmota, e ali integra-se à sociedade lítero-humorística Petalógica, fundada por Paula Brito. Lá constrói o seu círculo de amigos, do qual faziam parte Joaquim Manoel de Macedo, Manoel Antônio de Almeida, José de Alencar e Gonçalves Dias.

Começa a publicar obras românticas e, em 1859, era revisor e colaborava com o jornal Correio Mercantil. Em 1860, a convite de Quintino Bocaiúva, passa a fazer parte da redação do jornal Diário do Rio de Janeiro. Além desse, escrevia também para a revista O Espelho (como crítico teatral, inicialmente), A Semana Ilustrada(onde, além do nome, usava o pseudônimo de Dr. Semana) eJornal das Famílias.
  
Seu primeiro livro foi impresso em 1861, com o título Queda que as mulheres têm para os tolos, onde aparece como tradutor.  No ano de 1862 era censor teatral, cargo que não rendia qualquer remuneração, mas o possibilitava a ter acesso livre aos teatros. Nessa época, passa a colaborar em O Futuro, órgão sob a direção do irmão de sua futura esposa, Faustino Xavier de Novais.

Publica seu primeiro livro de poesias em 1864, sob o título de Crisálidas.

Em 1867, é nomeado ajudante do diretor de publicação do Diário Oficial.

Agosto de 1869 marca a data da morte de seu amigo Faustino Xavier de Novais, e, menos de três meses depois, em 12 de novembro de 1869, casa-se com Carolina Augusta Xavier de Novais.

Nessa época, o escritor era um típico homem de letras brasileiro bem sucedido, confortavelmente amparado por um cargo público e por um  casamento feliz que durou 35 anos. D. Carolina, mulher culta, apresenta Machado aos clássicos portugueses e a vários autores da língua inglesa.

Sua união foi feliz, mas sem filhos. A morte de sua esposa, em 1904, é uma sentida perda, tendo o marido dedicado à falecida o soneto Carolina, que a celebrizou.

Seu primeiro romance, Ressurreição, foi publicado em 1872.  Com a nomeação para o cargo de primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, estabiliza-se na carreira burocrática que seria o seu principal meio de subsistência durante toda sua vida.

No O Globo de então (1874), jornal de Quintino Bocaiúva, começa a publicar em folhetins o romance A mão e a luva. Escreveu crônicas, contos, poesias e romances para as revistas O Cruzeiro, A Estação e Revista Brasileira.
Sua primeira peça teatral é encenada no Imperial Teatro Dom Pedro II em junho de 1880, escrita especialmente para a comemoração do tricentenário de Camões, em festividades programadas pelo Real Gabinete Português de Leitura.

Na Gazeta de Notícias, no período de 1881 a 1897, publica aquelas que foram consideradas suas melhores crônicas.
Em 1881, com a posse como ministro interino da Agricultura, Comércio Obras Públicas do poeta Pedro Luís Pereira de Sousa, Machado assume o cargo de oficial de gabinete.
Publica, nesse ano, um livro extremamente original , pouco convencional para o estilo da época: Memórias Póstumas de Brás Cubas -- que foi considerado, juntamente com O Mulato, de Aluísio de Azevedo, o marco do realismo na literatura brasileira.

Extraordinário contista, publica Papéis Avulsos em 1882, Histórias sem data(1884), Vária Histórias (1896), Páginas Recolhidas (1889), Relíquias da casa velha (1906).
Torna-se diretor da Diretoria do Comércio no Ministério em que servia, no ano de 1889.

Grande amigo do escritor paraense José Veríssimo, que dirigia a Revista Brasileira, em sua redação promoviam reuniões os intelectuais que se identificaram com a idéia de Lúcio de Mendonça de criar uma Academia Brasileira de Letras. Machado desde o princípio apoiou a idéia e compareceu às reuniões preparatórias e, no dia 28 de janeiro de 1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, cargo que ocupou até sua morte, ocorrida no Rio de Janeiro em 29 de setembro de 1908. Sua oração fúnebre foi proferida pelo acadêmico Rui Barbosa.
É o fundador da cadeira nº. 23, e escolheu o nome de José de Alencar, seu grande amigo, para ser seu patrono.
Por sua importância, a Academia Brasileira de Letras passou a ser chamada de Casa de Machado de Assis.
Dizem os críticos que Machado era "urbano, aristocrata, cosmopolita, reservado e cínico, ignorou questões sociais como a independência do Brasil e a abolição da escravatura. Passou ao longe do nacionalismo, tendo ambientado suas histórias sempre no Rio, como se não houvesse outro lugar. ... A galeria de tipos e personagens que criou revela o autor como um mestre da observação psicológica.  ...  Sua obra divide-se em duas fases, uma romântica e outra parnasiano-realista, quando desenvolveu inconfundível estilo desiludido, sarcástico e amargo. O domínio da linguagem é sutil e o estilo é preciso, reticente. O humor pessimista e a complexidade do pensamento, além da desconfiança na razão (no seu sentido cartesiano e iluminista), fazem com que se afaste de seus contemporâneos."
BIBLIOGRAFIA:
Comédia
Desencantos, 1861.
Tu, só tu, puro amor, 1881.
Poesia
Crisálidas, 1864.
Falenas, 1870.
Americanas, 1875.
Poesias completas, 1901.
Romance
Ressurreição, 1872.
A mão e a luva, 1874.
Helena, 1876.
Iaiá Garcia, 1878.
Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881.
Quincas Borba, 1891.
Dom Casmurro, 1899.
Esaú Jacó, 1904.
Memorial de Aires, 1908.
Conto:
Contos Fluminenses,1870.
Histórias da meia-noite, 1873.
Papéis avulsos, 1882.
Histórias sem data, 1884.
Várias histórias, 1896.
Páginas recolhidas, 1899.
Relíquias de casa velha, 1906.
Teatro
Queda que as mulheres têm para os tolos, 1861
Desencantos, 1861
Hoje avental, amanhã luva, 1861.
O caminho da porta, 1862.
O protocolo, 1862.
Quase ministro, 1863.
Os deuses de casaca, 1865.
Tu, só tu, puro amor, 1881.
Algumas obras póstumas
Crítica, 1910.
Teatro coligido, 1910.
Outras relíquias, 1921.
Correspondência, 1932.
A semana, 1914/1937.
Páginas escolhidas, 1921.
Novas relíquias, 1932.
Crônicas, 1937.
Contos Fluminenses - 2º. volume, 1937.
Crítica literária, 1937.
Crítica teatral, 1937.
Histórias românticas, 1937.
Páginas esquecidas, 1939.
Casa velha, 1944.
Diálogos e reflexões de um relojoeiro, 1956.
Crônicas de Lélio, 1958.
Conto de escola, 2002.
Antologias
Obras completas (31 volumes), 1936.
Contos e crônicas, 1958.
Contos esparsos, 1966.
Contos: Uma Antologia (02 volumes), 1998
Em 1975, a Comissão Machado de Assis, instituída pelo Ministério da Educação e Cultura, organizou e publicou as Edições críticas de obras de Machado de Assis, em 15 volumes.
Seus trabalhos são constantemente republicados, em diversos idiomas, tendo ocorrido a adaptação de alguns textos para o cinema e a televisão.










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Machado de Assis


Machado de Assis

(...) Assim são as páginas da vida,
como dizia meu filho quando fazia versos,
e acrescentava que as páginas vão
passando umas sobre as outras,
esquecidas apenas lidas.

"Suje-se Gordo!"



Romance


Ressurreição (1872pdfhtml
A Mão e a Luva (1874)pdf html
Helena (1876)pdf html
Iaiá Garcia (1878)pdfhtml
Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881)pdfhtml
Casa Velha (1885)pdfhtml
Quincas Borba (1891)pdfhtml
Dom Casmurro (1899)pdfhtml
Esaú e Jacó (1904)pdfhtml
Memorial de Aires (1908)pdfhtml


Conto

Contos Fluminenses (1870)
Miss Dollar
Luís Soares
A mulher de preto
O segredo de Augusta
Confissões de uma viúva moça
Linha reta e linha curva
Frei Sim 
pdf    html

Histórias da meia-noite (1873)
A parasita azul
As bodas de Luís Duarte
Ernesto de Tal
Aurora sem dia
O relógio de ouro
Ponto de vista
pdfhtml
Papéis avulsos (1882)
O alienista
Teoria do medalhão
A chinela turca
Na arca
D. Benedita
O segredo do bonzo
O anel de Polícrates
O empréstimo
A sereníssima república
O espelho
Uma visita de Alcibíades
Verba testamentária
pdfhtml
Histórias sem data(1884)
A igreja do Diabo
O lapso
Último capítulo
Cantiga de esponsais
Singular ocorrência
Galeria póstuma
Capítulo dos chapéus
Conto alexandrino
Rimas de Sapucaia!
Uma senhora
Anedota pecuniária
Fulano
A segunda vida
Noite de almirante
Manuscrito de um sacristão
Ex cathedra
A senhora do Galvão
As academias de Sião
pdfhtml
Várias histórias (1896)
A cartomante
Entre santos
Uns braços
Um homem célebre
A desejada das gentes
A causa secreta
Trio em lá menor
Adão e Eva
O enfermeiro
O diplomático
Mariana
Conto de escola
Um apólogo
D. Paula
Viver!
O cônego ou Metafísica do estilo
pdfhtml
Páginas recolhidas (1899)
O caso da vara
O dicionário
Um erradio
Eterno!
Missa do galo
Idéias de canário
Lágrimas de Xerxes
Papéis velhos
pdfhtml
Relíquias de Casa Velha (1906)
Pai contra mãe
Maria Cora
Marcha fúnebre
Um capitão de voluntários
Suje-se gordo!
Umas férias
Evolução
Pílades e Orestes
Anedota do cabriolet








Contos Avulsos

Avulsos (em ordem cronológica)
Três tesouros perdidos, 1858 pdf html
Bagatela, 1859 pdf html
O país das quimeras, 1862 pdf html
Virginius, 1864 pdf html
Casada e viúva, 1864 pdf html
O anjo das donzelas, 1864 pdf html
Questão de vaidade, 1864 pdf html
Cinco mulheres, 1865 pdf html
Uma excursão milagrosa, 1866 pdf html
Diana, 1866 pdf html
Felicidade pelo casamento, 1866 pdf html
Fernando e Fernanda, 1866 pdf html
O oráculo, 1866 pdf html
O pai, 1866 pdf html
A pianista, 1866 pdf html
O que são as moças, 1866 pdf html
Francisca, 1867 pdf html
História de uma lágrima, 1867 pdf html
Onda, 1867 pdf html 
Possível e impossível, 1867 pdf html 
O último dia de um poeta, 1867 pdf html
O carro nº 13, 1868 pdf html
Não é mel para a boca de asno, 1868 pdf html
O anjo Rafael, 1869 pdf html
O capitão Mendonça, 1870 pdf html
O rei dos caiporas, 1870 pdf html
A vida eterna, 1870 pdf html
Almas agradecidas, 1871 pdf html
Ayres e Vergueiro, 1871 pdf html
O caminho de Damasco, 1871 pdf html
Mariana, 1871 pdf html
Uma águia sem asas, 1872 pdf html
Uma loureira,  1872 pdf html
Qual dos dois?, 1872 pdf html
Quem não quer ser lobo... , 1872 pdf  html
Rui de Leão, 1872 pdf html
Decadência de dois grandes homens, 1873 pdf html
Um homem superior, 1873 pdf html
Nem uma nem outra, 1873 pdf html
Quem conta um conto... , 1873 pdf html
Tempo de crise, 1873 pdf html
Miloca, 1874 pdf html
Um dia de entrudo, 1874 pdf html
Muitos anos depois, 1874 pdf html
Os óculos de Pedro Antão, 1874 pdf html
Valério, 1874 pdf html
Antes que cases, 1875 pdf html
Brincar com fogo, 1875 pdf html
A mágoa do infeliz Cosme, 1875 pdf html 
Onze anos depois, 1875 pdf html
A última receita, 1875 pdf html
Um esqueleto, 1875 pdf html
O sainete, 1875 pdf html
Casa, não casa, 1875 pdf html
Longe dos olhos...,  1876 pdf html 
O astrólogo,  1876 pdf html
D. Mônica, 1876 pdf html
Encher tempo, 1876 pdf html
O passado, o passado,  1876 pdf  html
Sem olhos, 1876 pdf html
To be or not to be, 1876 pdf html
História de uma fita azul, 1876 pdf html
Um almoço, 1877 pdf html
Um ambicioso, 1877  pdf html
A melhor das noivas, 1877 pdf html
Silvestre, 1877 pdf html
Antes da missa, 1878 pdf html
O califa de platina, 1878 pdf html
Um cão de lata ao rabo, 1878 pdf html
Conversão de um avaro, 1878 pdf html
Dívida extinta, 1878 pdf html
Elogio da vaidade, 1878 pdf html
Filosofia de um par de botas, 1878 pdf html
A herança, 1878 pdf html
O machete pdf html
Folha rota, 1878 pdf html
Um para o outro, 1879 pdf html
A chave, 1880 pdf html
O caso da viúva, 1881 pdf html
A mulher pálida, 1881 pdf html
O imortal, 1882 pdf html
Letra vencida, 1882 pdf html
O programa, 1883 pdf html
A idéia do Ezequiel Maia, 1883 pdf html
Médico é remédio, 1883 pdf html
História comum, 1883 pdf html
O destinado, 1883 pdf html
Troca de datas, 1883 pdf html
Questões de maridos, 1883 pdf html 
Três conseqüências, 1883 pdf html
Vidros quebrados, 1883 pdf html
Cantiga velha, 1883 pdf html
Metafísica das rosas, 1883 pdf html
Trina e una, 1884 pdf html
O contrato, 1884 pdf html
A carteira, 1884 pdf html
O melhor remédio, 1884 pdf html
A viúva Sobral, 1884 pdf html
Entre duas datas, 1884 pdf html
Vinte anos! Vinte anos!, 1884 pdf html
O caso do Romualdo, 1884 pdf html
Uma carta, 1884 pdf html
Só!, 1885 pdf html
Habilidoso, 1885 pdf html
Viagem à roda de mim mesmo, 1885 pdf html
Curta história, 1886 pdf html
Um dístico, 1886 pdf html
Astúcias de um marido, 1886 pdf html
Pobre Cardeal!, 1886 pdf html
Terpsícore, 1886 pdf html
Antes a rocha Tarpéia, 1887 pdf html
Identidade, 1887 pdf html
Sales, 1887 pdf html
D. Jucunda, 1889 pdf html
Como se inventaram os almanaques, 1890   pdf html
Pobre Finoca!, 1891 pdf html
O caso Barreto, 1892 pdf html
Uma partida, 1892 pdf html
Um sonho e outro sonho, 1892 pdf html
Um quarto de século, 1893 pdf html
Vênus! Divina Vênus!, 1893 pdf html
A inglesinha Barcelos, 1894 pdf html
João Fernandes, 1894 pdf html
Uma noite, 1895 pdf html
Orai por ele!, 1895 pdf html
Um incêndio, 1896 pdf html
Uma por outra, 1897 pdf html
Flor anônima, 1897 pdf html
Jogo do bicho, 1904 pdf html
O escrivão Coimbra, 1906
 pdf html
pdfhtml
























































  









































































































































































































































Poesia


 Crisálidas (1864)pdf html  
 Falenas (1870)pdfhtml
 Americanas (1875)pdfhtml
 Gazeta de Holanda (1886-88)      pdfhtml
 Ocidentais (1901)pdfhtml
 O Almada (1908)pdfhtml
 Dispersas (1854-1939)pdfhtml













Crônicas
Comentários da semana (1861-1863)   
pdf  html  
Crônicas do Dr. Semana (1861-1864)pdfhtml
Crônicas - O futuro (1862-1863)pdfhtml
Ao acaso (1864-1865)pdfhtml
Cartas fluminenses (1867)pdfhtml
Badaladas (1871-1873)pdfhtml
História de quinze dias (1876-1877)pdfhtml
História dos trinta dias (1878)pdfhtml
Notas semanais (1878)pdfhtml
Balas de estalo (1883-1886)pdfhtml
Bons dias! (1888-1889)pdfhtml
A semana (1892-1800)pdfhtml
Dispersas (em ordem cronológica)
O jornal e o livro (1859)pdfhtml
A reforma pelo jornal (1859)pdfhtml
Aquarelas (1859)pdfhtml
O Visconde de Castilho (1875)pdfhtml
Cherchez la femme (1881)pdfhtml
José de Alencar (1883)pdfhtml
Joaquim Serra (1888)pdfhtml
O futuro dos argentinos (1888)pdfhtml
Entre 1892 e 1894 (1892-1894)pdfhtml
Henrique Chaves (1893)pdfhtml
Henrique Lombaerts (1897)pdfhtml
O velho Senado (1898)pdfhtml

































Teatro


 As forcas caudinas (1956)pdf html  
 Hoje avental, amanhã luva (1860)pdfhtml
 Desencantos (1861)pdfhtml
 O caminho da porta/O protocolo (1863)    pdfhtml
 Quase ministro (1864)pdfhtml
 Os deuses de casaca (1866)pdfhtml
 O bote de rapé (1878)pdfhtml
 Tu, só tu, puro amor (1880)pdfhtml
 Não consultes médico (1899)pdfhtml
 Lição de botânica (1906)pdfhtml
















Crítica


O Passado, o presente e o futuro da literatura (1858) pdf html
Idéias sobre o teatro (1859) pdf  html
Revista dos teatros (1859)  pdf    html
Revista Dramática (1860)  pdfhtml
A Crítica teatral. José de Alencar: Mãe (1860) pdfhtml
Crítica variada - Diário do RJ (1862)  pdfhtml
Flores e Frutos, de Bruno Seabra (1862)  pdfhtml
Pareceres - Conservatório Dramático (1862 - 1864) pdfhtml
Homem de Mello e B. Pinheiro – A Constituinte perante a História e Sombras e Luz (1863)  pdfhtml
Peregrinação pela província de S. Paulo, por A. E. Zaluar(1863) pdf html
Revelações, de A. E. Zaluar (1863) pdfhtml
Dois folhetins. Suplício de uma mulher (1865) pdfhtml
O Ideal do crítico (1865) pdfhtml
Álvares de Azevedo: Lira dos vinte anos (1866) pdfhtml
Crítica teatral (1866) pdfhtml
Fagundes Varela – Cantos e fantasias (1866) pdfhtml
J.M. de Macedo: O culto do dever (1866) pdfhtml
José de Alencar: Iracema (1866) pdfhtml
Junqueira Freire: Inspirações do claustro (1866) pdfhtml
Porto Alegre: Colombo (1866) pdfhtml
Propósito (1866) pdfhtml
Castro Alves (1868) pdfhtml
Lúcio de Mendonça: Névoas matutinas (1872) pdfhtml
Un cuento endemoniado e La mujer misteriosa, de Guilherme Malta (1872) pdfhtml
Notícia da atual literatura brasileira: Instinto de nacionalidade (1873) pdfhtml
Fagundes Varela (1875) pdfhtml
Eça de Queirós: O primo Basílio (1878)  pdfhtml
Francisco de Castro: Harmonias errantes (1878) pdfhtml
A Nova geração (1879) pdfhtml
Carlos Jansen: Contos seletos das mil e uma noites (1882) pdfhtml
Raimundo Correia: Sinfonias (1882) pdfhtml
Alberto de Oliveira: Meridionais (1884) pdfhtml
Enéias Galvão: Miragens (1885) pdfhtml
L. L. Fernandes Pinheiro Júnior: Tipos e quadros (1886) pdfhtml
José de Alencar: O Guarani (1887) pdf  html
Henriqueta Renan (1896) pdfhtml
Discursos na Academia Brasileira de Letras (1897) pdfhtml
Magalhães de Azeredo: Procelárias (1898) pdfhtml
Cenas da vida amazônica, de José Veríssimo (1899) pdfhtml
Garrett (1899) pdfhtml
Eça de Queirós (1900) pdfhtml
Eduardo Prado (1901) pdfhtml
Magalhães de Azeredo e Mário de Alencar: Horas sagradas e Versos (1902) pdfhtml
Oliveira Lima: Secretário d'el-rei (1904) pdfhtml
Joaquim Nabuco: Pensées détachées et souvenirs (1906) pdfhtml



































































O Passado, o presente e o futuro da literatura (1858) pdf html
Idéias sobre o teatro (1859) pdf  html
Revista dos teatros (1859)  pdf    html
Revista Dramática (1860)  pdfhtml
A Crítica teatral. José de Alencar: Mãe (1860) pdfhtml
Crítica variada - Diário do RJ (1862)  pdfhtml
Flores e Frutos, de Bruno Seabra (1862)  pdfhtml
Pareceres - Conservatório Dramático (1862 - 1864) pdfhtml
Homem de Mello e B. Pinheiro – A Constituinte perante a História e Sombras e Luz (1863)  pdfhtml
Peregrinação pela província de S. Paulo, por A. E. Zaluar(1863) pdf html
Revelações, de A. E. Zaluar (1863) pdfhtml
Dois folhetins. Suplício de uma mulher (1865) pdfhtml
O Ideal do crítico (1865) pdfhtml
Álvares de Azevedo: Lira dos vinte anos (1866) pdfhtml
Crítica teatral (1866) pdfhtml
Fagundes Varela – Cantos e fantasias (1866) pdfhtml
J.M. de Macedo: O culto do dever (1866) pdfhtml
José de Alencar: Iracema (1866) pdfhtml
Junqueira Freire: Inspirações do claustro (1866) pdfhtml
Porto Alegre: Colombo (1866) pdfhtml
Propósito (1866) pdfhtml
Castro Alves (1868) pdfhtml
Lúcio de Mendonça: Névoas matutinas (1872) pdfhtml
Un cuento endemoniado e La mujer misteriosa, de Guilherme Malta (1872) pdfhtml
Notícia da atual literatura brasileira: Instinto de nacionalidade (1873) pdfhtml
Fagundes Varela (1875) pdfhtml
Eça de Queirós: O primo Basílio (1878)  pdfhtml
Francisco de Castro: Harmonias errantes (1878) pdfhtml
A Nova geração (1879) pdfhtml
Carlos Jansen: Contos seletos das mil e uma noites (1882) pdfhtml
Raimundo Correia: Sinfonias (1882) pdfhtml
Alberto de Oliveira: Meridionais (1884) pdfhtml
Enéias Galvão: Miragens (1885) pdfhtml
L. L. Fernandes Pinheiro Júnior: Tipos e quadros (1886) pdfhtml
José de Alencar: O Guarani (1887) pdf  html
Henriqueta Renan (1896) pdfhtml
Discursos na Academia Brasileira de Letras (1897) pdfhtml
Magalhães de Azeredo: Procelárias (1898) pdfhtml
Cenas da vida amazônica, de José Veríssimo (1899) pdfhtml
Garrett (1899) pdfhtml
Eça de Queirós (1900) pdfhtml
Eduardo Prado (1901) pdfhtml
Magalhães de Azeredo e Mário de Alencar: Horas sagradas e Versos (1902) pdfhtml
Oliveira Lima: Secretário d'el-rei (1904) pdfhtml
Joaquim Nabuco: Pensées détachées et souvenirs (1906) pdfhtml








Suplício de uma mulher (1865)pdf    html  
Os trabalhadores do mar (1866)         pdf  html  
Oliver Twist (1870)pdf  html








Miscelânea


Os imortais (1859) pdf  html  
Queda que as mulheres têm para os tolos (1861)  pdf  html
Carta ao Sr. Bispo do RJ (1862) pdf html
Carta à redação da Imprensa Acadêmica (1864) pdf html
Pedro Luís (1884) pdf html
A morte de Francisco Otaviano (1889) pdf html
Secretaria de Agricultura (1890) pdf html
A Paixão de Jesus (1904) pdf html
Gonçalves Dias (1906) pdf html
A Estátua de José de Alencar (1906) pdf html








  











Traduções

Suplício de uma mulher (1865)pdf    html  
Os trabalhadores do mar (1866)         pdf  html  
Oliver Twist (1870)pdf  html